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13.12.10

Uns braços

muitas vezes sinto vontade de escrever por aqui, mas sempre tem umas mãos, uns braços que me seguram lá embaixo. é difícil me livrar deles. são tão confortáveis apesar de meio frios e descarnados. me acariciam e pedem para me acalmar, deixar como está. e assim eu fico: como estou. não me movo, deixo estar.

às vezes, me livro deles, mas logo volto. eles me deixam ir trabalhar no dm - o que é muito bom, mesmo sem receber todo mês. me sinto útil. então, de segunda a sábado, escorro para fora dos braços. muita vez, uma mão me segura. daí, solto dedo por dedo e saio de fininho para que eles não notem minha ausência. vou trabalhar e volto correndo pros meus braços confortáveis, azuis, fresquinhos. tem dia que não é domingo, mas os braços me seguram com tanto amor que eu tenho que ficar entre eles. em dia de semana! então não vou trabalhar. ligo e minto que estou doente, não posso ir. até finjo que é ressaca, para que ninguém no trabalho saiba sobre meus braços. amáveis, macios, eternamente serenos.

são os meus braços que me impedem de vir aqui escrever. matar o desejo de discorrer sobre tudo e sobre nada. detalhes que cativam meu olho e fazem ninho na minha mente. mas meus braços são tão... tão... ah! não sei mais o que são. as mãos estão aqui, de novo, desfazendo os ninhos da minha cabeça. me acariciando, me chamando. desculpa. é tão bom. essa mão no meu pescoço. fresquinha, fria. tenho que ir. o ninho se desfez. é hora de dormir.

16.9.10

Sono eterno

ainda não me acostumei a trabalhar a partir das 8:00 da manhã. trabalho até a 1:00 da tarde com sono e, quando chego em casa, desperto, mas não tenho muito ânimo para fazer algo produtivo. só volto a ter sono lá pela meia-noite às custas de alguns remédios. e acordo com sono de novo.

será que um dia isso passa?

9.9.10

Cortesia

eu só quis ser jornalista para entrar de grátis nos espetáculos. mentira!

eu só quis ser jornalista porque falaram que eu não poderia sem diploma. verdade!

eu só quis ser jornalista. é só isso. eu quis e fui fazer uma faculdade que presta, a alfa, diferente da ufg, que presta mais ou menos. mais menos, na verdade. um dia eu termino essa porcaria.

para o terror dos sindicatos e da reserva de mercado, meu objetivo é ser publicitária, jornalista, relações públicas, radialista, audiovisualista e qualquer outra ista que inventem na área de comunicação social. eu tenho um diploma*, porra! isso deveria bastar para trabalhar em qualquer área da comunicação humana. se aparecesse um emprego de telegrafista, daqueles antigos que falam em morse (pi-pi-pí pi-pi-pí), eu deveria estar qualificada a me qualificar para esta função sem decreto ou lei ou cut que me fale o contrário.
*de publicidade

abaixo as regulamentações!

abaixo o diploma!

abaixo a reserva de mercado!

abaixo os sindicatos que só sabem gerir a si mesmos!

abaixo meus pés e acima minha cabeça. é bom me lembrar disso antes de fazer qualquer matéria e me desesperar por não saber como começar. por falar nisso, meus títulos continuam a ser mudados pelo editor. agora que mudou de editor, será que isso vai mudar? aguardem novos capítulos do lady no dm**.


**deu merda

p.s.: sou totalmente a favor dos sindigatos fialiados a cute

2.9.10

Ainda não fui contratada, mas...

já publicaram minha primeira materia no diario da manhã. como tudo na minha vida é mais complicado, minha contratação líquida e certa tem sido adiada por motivos logísticos. o rh precisa, entre outros documentos, da minha carteira de trabalho para fazer as devidas anotações. o problema é que a dita cuja está no ministério do trabalho e só sai de lá daqui ou amanhã, ou só na quinta-feira que vem, pois a responsável pela minha carteira no mt só trabalha às terças e quintas. então, ou ela ficou pronta hoje e eu posso pegar amanhã, ou a responsavel vai mexer com ela só na quinta-feira, pois terça-feira que vem é feriado. meu xuxu sugeriu que eu fosse a um centro espírita desamarrar essa minha vida engringolada.

deixa quieto! como prometi, aqui vai o link da minha primeira materia publicada no dm:



mudaram o título e o olho, mas isso é normal no jornalismo, não é?

30.8.10

Quando ir ao RH é bom

"você pode ir ao jornal amanhã e procurar o rh para fazer a contratação. você pode começar essa semana?"

yupi!

podem começar a comprar o diário da manhã amanhã para pagar meu salário.

29.8.10

Demorou, mas saiu

após uma gestação de três dias ou quinze horas, pari duas belas meninas. uma pesando 7.630 caracteres e a outra 4.287. e olha que elas são até bonitinhas! pois é. estou falando das matérias-teste que fiz para o diário da manhã e que consegui extrair do meu cérebro na base da coação. achei que seria fácil, pois escrevo constantemente, mas a prática foi mais angustiante do que eu imaginava.

os temas eram fáceis para mim: uma pauta era sobre mau humor e a outra sobre esmaltes berrantes. ora, sendo eu uma pessoa mau humorada, parente de pessoas mau humoradas, amiga de pessoas mau humoradas e namorada de um mau humorado, seria fichinha. que nada! só depois de entregar a matéria é que fui lembrar que mau humorada se escreve com "l". quanto aos esmaltes, cujos tons prefiro azulados, me embananei na hora de escrever sobre as marcas. escrevi lá no negocio que o esmalte renda, um dos mais vendidos do brasil, é da impala. da impala! todo mundo sabe que o renda é da risqué. se você não sabia, pois fique sabendo que o meu ex-futuro chefe certamente sabe.

fora isso estou tranquila. se for contratada, publicarão as matérias e eu colocarei um link por aqui. se não for contratada, que desgraça! vou colocar fogo no meu cabelo e polir a careca com um litro de esmalte renda da risqué.

27.8.10

É só escrever, certo?

sábado é meu último dia de entrevista-teste no diário da manhã. me passaram duas pautas para que eu escrevesse duas matérias em três dias. bastante simples, não. entrevistei minhas fontes, pesquisei na internet e... nada! na hora de escrever me deu um branco. não saiu título, o olho não deu as caras, nem minhas anotações eu parecia entender. fiquei hoje na redação correndo atrás do meu próprio rabo. acho que o desespero ainda transparecia em minha cara apesar de me esconder atrás dos meus óculos. o tempo da faculdade de jornalismo, as aulas de redação publicitária, análises do machado de assis para o vestibular, minha primeira gramática, tudo sumiu da minha cabeça.

mas ainda tenho uma chance amanhã. é só chegar lá e escrever uma matéria de sete mil e quinhentos caracteres e outra de três mil. e a segunda é sobre esmaltes. três mil caracteres falando sobre esmaltes. ai, ai... estou ferrada!

25.8.10

Mamãe, acho que vou pro dm

não, não sairei em mais uma reportagem no diário da manhã. amanhã, às 9:00am, farei uma entrevista-teste de emprego. tomara que dê certo.

15.8.10

Mamãe, tou no dm*! (de novo)

blogueiro a-do-ra falar que apareceu no jornal. devo confessar que, quando isto acontece, há uma sensação de legitimação do que se é escrito neste meio tão democrático e aberto a qualquer um que saiba escrever e tenha internet. o mesmo vale para quando outros textos do blogueiro são publicados em outros sites que não o seu blogs. essa acessibilidade tão ampla e a existencia de tantos blogs dos mais variados níveis acabam fazendo com que esse tipo de comunicação seja subestimado. isto pode ser irritante para quem tem a pretenção de escrever bem. acho que, se o STJ não tivesse derrubado a obrigatoriedade do diploma para se exercer a função de jornalista, as associações dos diplomados iriam começar a exigir diploma dos blogueiros a qualquer momento alegando potencial desserviço público.

exigencias de diplomas à parte (sempre fui contra isso), a questão é que eu saí no jornal de novo. e, por coincidencia, o que saiu no diario da manhã neste sábado está relacionado com meu post anterior. o negocio é que a materia nem tem muito a ver com o que eu escrevi, mas já estou gritando para todo mundo que meu nome saiu no jornal. eu mostrei para minha mãe e até comprei um exemplar para guardar.

não consegui achar a materia on line, mas, para quem quiser ver, acesse o site do dm na versão digital do dia 13 de agosto, vá até o dm revista, ignore as garotas seminuas da capa do caderno e olhe na página 3. lá você verá uma materia sobre a minha defunta banda fantasma de agnes num quadradinho a direita. aqui vai a imagem que saiu no jornal e que eu publiquei na minha materia, digo, no meu post passado:



*diário da manhã

p.s.:  também tem um texto meu no insulto.org - dá uma olhaaada! (voz da bete coelho apresentando gnt fashion)

23.6.10

Eu ODEIO Copa do Mundo (2)

já disse isso antes por aqui e no orkut. dia 20, foi a vez de dizê-lo no jornal:

veja matéria no dm online

no domingo, me vi obrigada a participar de um churrasco com a tv ligada no quintal e sintonizada no jogo do brasil contra não sei quem. felizmente, não era a voz do galvão bueno que saía das caixinhas de som do aparelho. depois do jogo, fui com amigos vender cerveja no vaca brava que estava lotado de gente bêbada, babando verde-amarelo. meu amigo que estava com a camiseta da argentina teve medo de apanhar e achou melhor permanecer sem camisa. fiquei gritando "melhor do que 2x1 é cerveja a 2,50". só depois descobri que o placar era 3x1. em minha defesa, eu estava bêbada.

22.6.10

É Suindara e só

A/C
Fred Leão,
Yuri Lopes e
Marcellus Araújo

Dei uma entrevista para o DM Revista para a matéria "Manias que vêm do amor" de 12 de junho, que foi escrita pelo meu amigo jornalista Marcellus. Pedi para que meu nome fosse publicado como SUINDARA, sem sobrenome mesmo, pois sou atriz e este é meu nome artístico registrado no Sated GO (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Goiás). Publicaram meu nome seguido do sobrenome. Pensei se tratar apenas de um deslise e relevei.

Em outra entrevista para a matéria "Ódio pela copa" de 20 de junho, dada ao mesmo jornalista, pedi, mais uma vez, que meu nome fosse publicado como SUINDARA, a forma como sou conhecida no meio artístico goiano. Na ocasião da entrevista, Marcellus me avisou que não seria possível, pois os editores não aceitam pessoas sem sobrenome dando entrevista pro DM. Meu nome saiu errado de novo no seu jornal.

Hoje, conversei com a jornalista Lorena (para infelicidade de alguns, ela não me deu seu sobrenome e eu não achei importante perguntar) responsável pela sessão Roteiro do DM Revista e me preocupo como meu nome será publicado. Por isso, de hoje em diante, se for publicado algo sobre mim, peço aos editores do DM que permitam que o jornalista responsável publique meu nome na forma pela qual sou conhecida nos palcos e como está registrado no Sated: SUINDARA. Sem sobrenome. Somente. Só isso. Mais nada. Ah, e pode ser só com a primeira letra em maiúsculo (coloquei tudo em caixa alta só para dar ênfase).

Sei que não é o usual, que, na universidade, a gente aprende que se deve publicar sempre o nome e o sobrenome dos entrevistados, mas não se aprende tudo que se deve na faculdade. Por este e muitos outros motivos o STF derrubou a obrigatoriedade do diploma. Meu caso de nome sem sobrenome seria como o da Madonna, da Shakira, da Cher e, a não ser que "mãe de Jesus" seja um sobrenome, o de Maria também.

Desde já, agradeço.
Suindara (e só)

minha foto na carteirinha do Sated 
(é claro q só tem a minha cara na carteira - o resto foi censurado por mim mesma)