8.8.08

"Gato Fotográfo!

Gato tira mais de 200 fotografias em passeio

A alemã Ramona Markstein deciciu colocar uma câmera fotográfica no pescoço do seu gato para ver que imagens o bichinho produziria. A máquina tira fotos automaticamente a cada 15 segundos durante 1 hora.

A câmera de 1,3 megapixel à prova d'água foi instalada em setembro de 2007 na coleira de Fritz como um teste. Nas primeiras duas tentativas, nada ocorreu. Primeiro o cartão de memória estava vazio e, na segunda, os donos esqueceram-se de carregar a bateria.

A surpresa veio na terceira tentativa, cerca de 200 imagens foram retiradas da máquina após um longo passeio dado pelo animal.

As melhores fotos "criadas" por Fritz podem ser encontradas no site www.katz23.de (em alemão)."





foto por fritz, o gato

Fonte

14.6.08

"o mais novo filme pornô asiático"
meu xuxu a respeito de 9mm: são paulo - a nova séria produzida pela fox no brasil

31.3.08

Exposição controlada


entendi que preciso mais de um diário do que de um blog. muitas pessas ainda passam por aqui a procura de algo meu, mas não tenho vontade de postar o que tenho pensado, apesar de ter pensado muito nos últimos tempos e de ter vontade de postar algo no blog.
vou começar um diário hoje. diário mesmo, daqueles escritos com caneta em um caderno. quem sabe, assim, tiro o entulho da minha mente e, talvez, tenha vontade de partilhar com você o que tem embaixo de tanto lixo mental.

18.3.08

Dica da Lady

quando você quiser realmente espancar alguém com uma chinela havaiana, não bata com a parte frontal ou com o verso do calçado. use sempre a lateral. as havaianas são muito flexíveis e, se usadas da primeira forma, anulam quase toda a força imprimida ao golpe.

aliás, se você quiser realmente espancar alguém, nunca use chinelas havaianas e/ou similares. você vai acabar gerando um mal-estar dos diabos entre você e o alvo de sua ira. é ridículo.

Papo calcinha


acredito que meu útero tem um cérebro separado do meu sistema nervoso central. e ele gosta de me sacanear. sempre, no fim do meu período, fica aquele chove-não-molha e eu deixo o protetor na minha calcinha até não descer nada por um bom tempo e eu ter certeza que acidentes não ocorrerão. mas é só tirar o carefree que o desgraçado dá uma cusparada bonita na minha cara e diz: “ainda num mandei tirar, bobinha!”.

irritante.



11.3.08

Se você não faz,

tem gente que faz.

ele: claudia conseguiu falar com você?
eu: não. por quê? ela quer me dar dinheiro?
ele: nops. ela quer te chamar pro lançamento do livro dela.
eu: uau! que massa! um livro... *inveja*
ele: sexta, às 8:00 da noite, no bougainville.
eu: que massa! eu já disse isso?
ele: já. aparece lá, ela vai gostar. e chama todo mundo.
eu: é sobre o quê?
ele: o tema é sobre publicidade e cinema.
eu: ow. tenho que ir. fala pra ela que eu irei, se a inveja não me matar primeiro.
ele: hahaha
eu: ah, diga que, se eu for, irei acompanhada para que me impeçam de matá-la também.
massa! acho que eu já disse isso.

27.2.08

às vezes, minha tristeza é tão grande que não cabe em mim. não apenas eu, mas toda a humanidade é desgraçada. aliás, não só a humanidade, mas o mundo todo fica despido de qualquer traço de felicidade.

a criança, no colo do pai, chora inconsolável por não poder comer todos os doces da vitrine. o mendigo dorme com medo de ser morto durante a noite. até os gatos do telhado sofrem com a fome, enquanto os gatos do apartamento imploram para passear por dois minutos pelo corredor.

se eu estou triste e você não, é porque ainda não viu as coisas como realmente são. a felicidade é um placebo que digerimos sabendo exatamente o que é. pílulas de farinha que alimentam nossa auto-ilusão. momentos de fato felizes, raros, são paliativos forjados, sucedâneos de paixão, alegria e graça.

não consegui completar o semestre na faculdade? tudo bem. pelo menos, neste período, não tenho aulas todos os dias. se não tenho aula na quarta e sim na sexta, é melhor. posso ir ao cinema em um dia mais barato. pois não? ah, tá. agora o horário mudou e eu tenho as sextas livres. ok. assim eu... gasp! desculpe, me engasguei com a cápsula. prometo que engulo em dobro a próxima dose.



20.2.08

Internetês

estava no orkut, lendo aquelas discussões tão bestas quanto interessantes e vi escrito:



"Anayara

ah, vou ouvir meu tiarli braun aqui."




me perguntei que diabos de banda seria esta. copiei o termo e colei no google. veja o que ele me respondeu:




"Você quis dizer: "charlie brown" "




ah, santo google! ainda bem que você existe para me dizer o que fazer quando tudo mais é apenas dúvida.




19.2.08

Tá dando onda

ontem, logo após o almoço fomos meu xuxu, um amigo e eu até o clube oásis, que fica na parte mais baixa da avenida t-9. os dois fofinhos (os chamo assim porque estão ligeiramente acima do peso) foram lá para fazer matrícula na aula de natação. os malucos colocaram na cabeça que iriam nadar de madrugadinha, antes de ir trabalhar. O negócio foi tão sério que, na noite anterior, fomos ao shopping para comprar sunguinhas e touquinhas e, assim, todo mundo fazer aulinha bem arrumado.

chegando ao clube, descemos do carro e, na portaria, perguntamos sobre preços e horários. os dois decidiram que fariam as aulas lá por ser o lugar mais barato perto da casa deles. quando pensávamos em ir embora, caiu uma chuvarada com direito a rajadas de vento e pedrinhas de gelo. resolvemos esperar a chuva diminuir para depois sair.

estávamos em uma varandinha que fica no prédio da portaria, dos banheiros e da administração. de lá, víamos as piscinas e o muro de dois metros de altura que separa o clube da avenida t-9. na parte mais baixa, após as piscinas, existe um córrego que passa por baixo da avenida e recebe toda água da chuva que escorre por lá. observando a rapidez com que a vazão da água aumentava, notei algo que parecia a traseira de um carro boiando do outro lado do muro. subi na murada da varanda e constatei que realmente um carro estava boiando em plena avenida t-9!

ficamos todos, nós e alguns funcionários, comentando o inusitado enquanto a enxurrada aumentava e se aproximava do topo do muro. minutos depois, uns dez metros de comprimento do muro caíram como uma imensa fatia de bolo e foram seguidos por uma enorme quantidade de água densa cor de chocolate. só vi neguinho gritando e correndo do tsunami goiano. meu xuxu me chamou gritando porque eu fiquei para trás com cara de boba vendo a água invadir e sujar as piscinas do clube. quando olhei na direção onde estavam as outras pessoas, não vi ninguém. eu sabia que ali, na varandinha, estava segura, mas o resto do povo achou melhor não ficar a três metros de onde a água passava rapidamente, levando tudo que estava em seu caminho.



psicina olímpica suja e o muro caído
foto: opopular


o carro que boiava não foi levado pela força da água, pois estava próximo à parte do muro que não cedeu por ser mais nova. aquele trecho foi erguido no ano passado, depois que um audi, em um dia de chuva como ontem, resolveu fazer uma aulinha da natação no corguinho do clube. as equipes de reportagem chegaram alguns minutos antes dos bombeiros que vieram pescar o carro que ainda estava na parte alagada da avenida.

um funcionário do clube me disse que, da outra vez, demoraram uns três meses para limpar toda a sujeira da piscina com um baldinho porque a administração não quis gastar dinheiro com uma empresa especializada. a chuva diminuiu e fomos embora enquanto meu xuxu reclamava da vida por ter gastado dinheiro com sunga e touca e por não poder fazer natação em um lugar barato.


audi que caiu no clube no ano passado.
foto: opopular




parte do muro que caiu no ano passado.
a parte que caiu ontem é a que está em pé nesta foto.
foto: opopular

13.2.08

Só empombaram com o tapa-sexo por causa dos pintos

Atenção: este post contém vocabulário chulo e conteúdo cabeludo.

Sem enrolações, é o seguinte:

Pelas regras dos fazedores de carnaval, a nudez explícita(?) é proibida e tira da escola de samba 0,5 ponto por cada integrante que desfilar com sua vergonha à mostra. Mas, tanto faz se a genitália feminina estiver coberta ou não na Marquês de Sapucaí. Aquele pedacinho de 20cm x 20cm de pano (ou plumas, ou lantejoulas ou até ferro), ficam praticamente invisíveis quando olhados da arquibancada ou pela tv. Contanto que a referida e visada esteja raspada, não faz diferença se o tapa-sexo faz parte ou não das ultra erotizadas fantasias de carnaval.

A racha, vista de frente em uma mulher magra de 1,73m de altura, mede pouco mais de três centímetros*. Não lhe dou uma medida de área porque a largura da bichinha é tão pequena que ela só pode ser medida linearmente. Três míseros centímetros. Isto equivale a 1,7% da altura do corpo feminino. Não chegam a 2%! E o povo empomba se as peladonas do carnaval estão sem o tapa-sexo. Porém há um outro motivo para tamanha implicância.

O problema são os pingulins. Nesses tempos de igualdade entre os sexos, se a mulher pode, o homem também deve poder. E a maioria das pessoas não quer ver por aí um pênis brincando de iô-iô escoltado pelo desajeitado saco escrotal. A nudez masculina é agressiva aos olhos, explícita e externa. Nada de coisinhas escondidas por entre as penas. A genitália do homem, em relação à feminina, é grande. E balança! Já viram como os carros alegóricos se movimentam ao som do samba? Pois é, as minhoquinhas, se soltas, irão sambar daquele jeito.

Uma verga grande e ereta, pronta para a ação, indica grande excitação e virilidade. Pense agora o que significa um pintinho murcho que ulula alegremente por aí. Por isso, para não expor tanta gente a tal visão embaraçosa, os juízes do samba tapam as delas só para não ter que ver os deles.

*adivinhe de quem são essas medidas.

12.2.08

Propaganda

visitem o blog do meu xuxu. lá tem muitas desenhos bonitos como essa ilustração que configurei como meu papel de parede.

29.1.08

Proporções

já pensou que você pode não ser o melhor amigo do seu melhor amigo?

uma vez, ouvi dizer, na aula de filosofia, que toda relação humana envolve uma luta pelo poder. que sempre haverá um dominante e um dominado, uma desigualdade entre as partes. eu discordo do pensador em questão. eu acredito que nem todas as relações são assim – apesar de muitas serem.

porém, analogamente (falei bonito, hein?), se analisarmos bem, todas as relações humanas são desiguais. não é raro o garoto gostar mais da namorada do que ela gostar do namorado e vice-versa. eu conheci um cara que comprou uma casa para morar com a noiva e, logo depois, descobriu ela realmente levava o namoro a sério. só que com outro cara.

há outras pessoas que tem o amigo em um pedestal enquanto este as guarda na casinha, com seu cachorro preferido. não tem como se amar igualmente. e sobre aquela balela que sua mãe lhe ama tanto quanto a seu irmão, esqueça! quando um nazista pedir para ela escolher qual dos filhos deve morrer senão todos morrem, ela vai escolher aquele que ela gostas mais. a sorte dela é que o bastardinho vai bater as botas e ela não vai ter que ouvir nenhuma reclamação a respeito disso.

11.1.08

Desuso

ontem, um amigo me ligou dizendo que estava perto da minha casa e perguntou se poderia passar aqui para me visitar. fiquei ansiosa. fazia um tempinho que a gente não se via e eu fiquei com medo do ficar sem assunto para conversar com ele. mesmo assim, disfarcei minha insegurança e falei para ele vir.

enquanto ele não chegava, fiquei imaginando sobre o que falar. acredito que não sou muito acostumada a conversar sobre qualquer coisa apenas para azeitar as relações. para você ter uma idéia, nesse mesmo dia, almoçamos somente eu e a garota que trabalha aqui em casa. essa refeição, que costuma ser agitada pela tagarelice da minha mãe e da minha irmã, transcorreu em um silêncio quase sacro. acho que até os gatos ficaram sem assunto e foram dormir.

mais tarde, meu amigo chegou e, para meu alívio, a conversa transcorreu com uma certa tranqüilidade. houveram alguns instantes de silêncio, mas eles não foram tão embaraçosos quanto pensei que seriam. durante essas pausas, eu trouxe um ou outro assunto sobre coisas que vi na internet – meu único passatempo por esses dias. eu só jogava as palavras nos ar na esperança que ele tecesse algo com elas, mas me pareceu que havia muito o que fazer com o assunto, pois nem eu, nem ele sabíamos muito a respeito ou nos interessávamos por aquilo que eu dizia. os nós se desfaziam e as palavras desapareciam no ar. então, resolvi tolerar os hiatos e esperar a conversa vir e se desenvolver naturalmente. essa estratégia deu certo.

sou um tanto calada. não costumo falar sobre amenidades, mas, pensando bem, acho que hoje, especialmente, não estava muito a fim de conversas. acabei de me lembrar que, logo após o almoço, entrei no messenger para conversar com meu xuxu e também fiquei sem assunto. eu estava on line e ele também, no entanto, no messenger, só houveram saudações e despedidas – um hiato cibernético.

9.1.08

Aquele que persevera...

...se cansa mais.

aqui vai uma tirinha dos malvados enquanto estou sem inspiração e com preguiça para escrever.


p.s.: volte sempre.

7.1.08

Dinheiro


teclado
monitor
teclado
mouse
monitor
teclado

é difícil retomar velhos hábitos. escrever com freqüência. é preciso desligar o winamp, esquecer probleminhas imediatos - como a vontade de comer doce - e se concentrar em nada para que o assunto venha a mente.

me lembrei do sorvete na geladeira na casa do xuxu.

monitor
teclado
dedo no nariz
teclado

ainda bem que pouquíssimas pessoas ainda freqüentam este blerg.

dedo no ouvido
monitor
teclado

por enquanto é só.

monitor
mouse
postar

p.s.: estava pensando nas minhas dívidas quando escolhi o título e a imagem.

mouse
postar

4.1.08

Promessas, promessas



em 2008,

escreverei diariamente no meu blog;

doarei a gatinha castrada que está na minha casa infernizando a vida das outras gatas;

farei exercícios físicos;

comerei com maior regularidade;

arrumarei um emprego/estágio;

estudarei com maior afinco;

farei aula de alemão;

serei menos reclamona no meu namoro;

arrumarei meu quarto com freqüência e

não farei promessas estúpidas de fim-de-ano porque sei que não conseguirei cumpri-las.

12.11.07

6:10 pm

a van que me levaria à faculdade só chega a partir das 6:30. abri a porta do apartamento que fica no primeiro andar e deixei as duas gatas fugirem para o jardim do prédio. desci logo atrás delas calçando chilenos e vestindo um vestido preto sem mangas que contrastava com as alças do meu soutien de algodão branco.

me sentei na calçada da garagem e esperei ver, pelo portão, a van estacionar na rua. umas das gatas ficou deitada entre os carros enquanto a outra foi fuçar nas plantinhas. estava sem relógio e não sabia quanto tempo já havia se passado. pessoas passavam pela calçada lá de fora. a van demorou um pouco, provavelmente vinte minutos, e chegou.

entreguei ao motorista o cheque de novembro e avisei que não iria precisar da van porque tinha trancado a faculdade. dei as costas para ele, chamei a gataiada e voltei para o apartamento.

este foi o ponto alto do meu dia. acho que ele não foi muito interessante.

10.11.07

Preste atenção*

acabei de deixar melissa auf der maur para trás. dos dejetos do buraco de courtney love, eis que surje emilie autumn em minha vida. melissa bem que tentou, mas não foi capaz de atingir nem os graves na voz nem a ira e desespero que emilie cantou suas músicas.



logo nos primeiros acordes, me lembrou dresden dolls. as fotos também me ajudaram nessa ligação. mas, em muito, ultrapassou os bonecos. tanto no âmbito sonoro quanto no imagético.


por falar em sua aparência, veja o que emilie escreveu na música thank god i'm pretty (obrigada deus por ser bonita):

"I know my destiny's such that I must stocking and curl
So everybody thinks that I'm a fucking Suicide Girl"

que poderia ser traduzido assim:

estou tão ciente de meu destino que sempre uso meia-calça e cabelo cacheado
então todos pensam que eu sou uma suicide girl de merda



devaneios à parte, dê uma chance à garota, ouça sua música, veja suas fotos e tente perceber a ira, beleza, sofrimento, sarcasmo e o talento da boneca.



*sempre que escrevo isto me lembro da música vertigem do fantasma de agnes. ela começava com essas palavras. quem conhece se lembra, quem não conhece não tem a mínima idéia sobre o que estou falando.

Enquanto isso,

no balcão da loja:


eu: já parei de tomar meus remédios e decidi não freqüentar mais a psicoterapia.


ele: eu sempre lhe falei que esses médicos não sabem de nada.


eu: meu próximo passo é terminar com você e me matar antes do natal.


ele: deixa de ser demodê. você tem que se matar no natal. é nessa época que as pessoas se matam mais.
eu: boa idéia.

2.11.07

No dia 3 de outubro às 19:43

ele: como você está bonita hoje!

eu: é resolvi vestir uma roupa mais bonita e passar um lápis nos olhos.

ele: vai a alguma festa hoje?

eu: não.

ele: então porque está toda arrumada?

eu: porque hoje é dia das bruxas.

ele: e daí?

eu: se eu não me arrumar, alguém pode me dar um doce na rua.

ele: ah, bom!





31.10.07

Direto da vaca


descobri hoje porque alguns produtores colocam água oxigenada no leite: para diminuir a acidez provocada pela soda cáustica. agora, resta descobrir por que colocam a bendita soda no diabo do leite.


descobri também porque quem bebe leite fica mais branco: por causa da água oxigenada que tem nele. agora, resta descobrir por que fica mais preto quem bebe.


e hoje eu descobri porque o máicol diéquisom esbranqueceu: ele levou muito a sério a campanha do sindileite/go.

29.10.07

Sexo sem nexo

quase esqueço de dizer que essa crítica eu escrevi como um trabalhinho de escola.


Alexandre Frota é um carioca marombado e descolado que, depois de sentir novamente o gosto da fama na Casa dos Artistas, resolveu trilhar um caminho, no mínimo, nada convencional. O ator produziu e estrelou, em 2003 o filme pornô-erótico Obssessão. A partir daí, o produtor/ator pornógrafo vem filma no ritmo de quase de duas produções eróticas por ano. Recentemente, tive o desprazer de assistir o Invasão de Privacidade com o ator no papel principal, que foi lançado em 2005 pela distribuidora Brasileirinhas.


É notória a precariedade dos roteiros da maioria dos filmes eróticos. Surpreendentemente, o filme de Frota conseguiu ter um roteiro pior do que o pior filme pornográfico que se possa imaginar. A obra teve seu roteiro(?) inspirado no filme homônimo de 1993 no qual atua a atriz americana Sharon Stone. O mote da produção é o voyeurismo e a cenografia consiste em uma cama redonda e cafona, um canapé quase vitoriano e um paredão de monitores de TV que, ora exibe uma TV fora do ar e ora mostra simultaneamente o que acontece em cima do mobiliário sucinto do estúdio.


O vídeo começa bem com a atriz bonitinha, mas ordinária, Lorrane fazendo um strip tease que alcança o índice 6 na Rscala Richter. Logo depois, sem nenhum aviso prévio a bonita menina aparece na pequena cama redonda em um amasso com o carioca marombado. Mais a frente, seqüências desconexas se sucedem. Duas garotas aparecem na mesma cama e se masturbam. Outra hora, Frota rasga a meia-calça de Lorrane (sua marca nas produções eróticas) e a penetra com vigor. Felizmente, para mim, deixei de ver o vídeo sem chegar a ver o final que, provavelmente, não acabaria de uma forma decente nos parâmetros das produções pornográficas.


O Invasão de Privacidade conseguiu romper a lógica do sexo encenado: preliminares, sexo oral, penetração (vaginal, anal ou ambas) e ejaculação/orgasmo na cara da(o) parceira(o). Não sei se a obra de Alexandre Frota tentou uma inovação na indústria do cinema adulto ou se, simplesmente, ligou a câmera e deixou o pau comer. Intenções a parte, o resultado foi um filme quase excitante que oscila entre a excitação e a brochada. Na minha opinião, o filminho de Alexandre Frota não chega a ser um empata-foda para a prática do onanismo, mas é um grande desserviço para a educação sexual dos iniciantes dessa arte praticada até por seres unicelulares.



28.10.07

Você cospe ou engole?

eu engulo. perguntei a alguns amigos a maioria me disse que prefere cospir. uma vez meu médico perguntou de que cor era e eu disse que não sabia porque , até aquele dia, eu nunca tinha cospido. ele achou engraçado. minha mãe, que estava do meu lado, ficou com vergonha.

tem gente que acha mais nojento engolir, mas, uma vez, eu vi aquela meleca toda e quase vomitei. iac! acho melhor engolir porque não vejo e o gosto fica menos tempo na boca.

como estou de regime esses dias - não para emagrecer, para não engordar, fico curiosa para saber qual o valor calórico de uma porção de catarro. iac! que nojo! vou parar de escrever sobre isso, senão vomito de verdade.

23.10.07

Diálogo imaginário


enquanto isso, na última edição do gyn rock 'n gol:


um: sou flamenguista

outro: pois eu sou santista. e você?

terceiro: sou satanista.

14.10.07

Muro das lamentações

não estou a fim de fazer propaganda do blerg para os amigos. nem para os inimigos. eu sei que os tenho também.
enquanto isso, fico aqui a falar com o monitor. colocando imagens bonitas na área de trabalho e reclamando, clamando, emanando prata pura. não sei onde eu ouvi isso ou será que eu só pensei?
tentei ser poética. acho que não consegui.
"e o pulso ainda pulsa" e a mão ainda treme. tränen
saco!

12.10.07

NOSSA SENHORA DA APARECIDA!


Carta do gato que morava em minha casa

Estou super-feliz por te conhecer. Eu ainda não tenho nome, mas você pode me chamar como quiser que eu vou ao seu encontro.

Você me recebe hoje porque sou fugitivo. Um vizinho declarou guerra a minha espécie, mas eu, minha mãe e meus dois irmãos sobrevivemos.

Agora, eu preciso descançar por alguns dias num quarto bem confortável para me acostumar a minha nova casa.

Te amo desde já.

10.10.07

O grande fiasco

Comunidades do Orkut primas-irmãs do Movimento Cansei disseram que os descontentes com o governo do presidente Lula poderiam demonstrar sua indignação publicamente no último sábado de setembro, a partir das 15h. A Grande Vaia estava programada para acontecer simultaneamente em 15 cidades brasileiras. Não sei como foi nos outros lugares, mas, aqui em Goiânia, mal se ouvia as lamúrias dos poucos gatos pingados que resolveram aparecer na Praça Cívica, em pleno sábado, para participar de um grandessíssimo nada.

Desacato é crime; abuso de autoridade, também

Afinal, é desacato ou não imitar a sirene do carro da polícia? A grande dúvida gerou um debate acalorado entre os clientes de uma distribuidora de bebidas do Jardim América numa madrugada de setembro. De um lado, eu, sóbria. Do outro lado, três ébrios, um sóbrio e um metade louco, metade psicólogo. A discussão surgiu depois que, entre uma cerveja e outra água mineral, começamos a contar casos de conhecidos que se deram mal com a polícia quase sem esforço algum. A Ronda Ostensiva Tático Motorizada (Rotam) foi protagonista de todas as histórias.

O artigo 331 do Código Penal diz que “desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela” é um crime passível de prisão e multa. Já a Lei Federal Regulamentadora nº 4.898 de 9 de dezembro de 1965 versa que uma autoridade não pode extrapolar os limites de sua função pública sob pena de cair no crime de abuso de autoridade. O pessoal da Rotam parece que entende só essa primeira parte de nosso Lexus. Mas, como saber 50% em lugar que se sabe nada já é muito, estão todos aprovados.

Um dos casos que ilustraram nossa discussão na madrugada foi a história do primo do amigo do meu namorado que entrou na contramão a toda velocidade e deu de cara com uma Blazer cheia de policiais. Não deu para frear, bateu. Como bateu no carro da polícia, apanhou. Na porta da distribuidora, me disseram que este mereceu.

A outra história foi a do Besta*, um amigo meu que ganhou esse apelido por seus dotes intelectuais. Besta* parou a moto no sinal, ao lado de uma viatura. Não tinha nada mais inteligente para fazer, começou a acelerar a motoca para fazer graça às pedestres. Tomou um sopapo no capacete e teve que mostrar aos defensores da Lei até certificado de reservista. Na porta da distribuidora, me disseram que este também mereceu.

O protagonista da terceira história estava em sua bike com outro amigo na bike dele. Um carro da Rotam passou bem devagar, como costumam fazer, com as caras para fora da janela, encarando feio quem passasse perto. Não sei por que, cargas d’água, o bicicleteiro, em sua marotice, resolveu imitar a sirene com um grito curto e agudo. A viatura deu a volta, parou ao lado dos moleques e vomitou uns três cabra lá de dentro que desceram segurando o cinto com o revólver.

Os três guardinhas espremeram os dois rapazes até um deles confessar o crime. Um policiais agarrou o carinha pela gola da camiseta, prensou a cara do coitado no giroflex ligado e gritou perguntando se o pobre gostava do barulho da sirene. A pequena tortura durou alguns poucos minutos, mas serviu para deixar o garoto surdo por quase uma semana.

A discussão na porta da distribuidora se deu porque eu acreditava que o garoto havia cometido o crime de desacato. Fui quase massacrada por meus pares que pensaram que eu estava de acordo com a atitude dos policiais. Nem me deram a chance de dizer que o pessoal da Rotam cometeu o crime de abuso de autoridade. Mas, novamente, como saber 50% em lugar que se sabe nada já é muito, estão todos aprovados, inclusive os policiais.


P.S.: Só para constar, o jurista Nelson Húngria Hoffbauer, Ministro do Supremo Tribunal Federal no ano de 1951, declarou que "A ofensa constitutiva do desacato é qualquer palavra ou ato que redunde em vexame, humilhação, desprestígio ou irreverência ao funcionário. É a grosseira falta de acatamento, podendo consistir em palavras injuriosas, difamatórias ou caluniosas, vias de fato, agressão física, ameaças, gestos obscenos, gritos agudos etc". E tenho dito!

* Apelido fictício, porém com significado semelhante ao real

9.10.07

Divaneios

psicóloga: você tem que aprender a confiar nas pessoas
eu: eu sei.

psicóloga: (pausa estratégica)
eu: eu não sei se eu posso confiar em você.

psicóloga: você pode confiar em mim. aconteça o que acontecer, eu estarei aqui para lhe apoiar.
eu: (pausa estratégica)

psicóloga: pois é. hoje vamos ter que ficar por aqui.
eu: certo. então, até amanhã

psicóloga: ah, eu quero falar sobre isso. nesta semana, eu não poderei lhe atender porque vou participar de um congresso. mas eu estarei pensando em você o tempo todo. até semana que vem.
eu: (pausa nada estratégica)

6.10.07

Quinta-feira, 04 de outubro

dia de são francisco

dia dos animais

10:27 pm


- olá. boa noite.

- boa noite.

- quanto é o saco de gelo?

- três e cinqüenta.

- sei... você sabe com quantos sacos dá para congelar dois gatos?

- gato?! ah, não sei. de que tamanho?

- um médio e um grande.

- acho que você vai precisar de dois sacos.

- pois é... eu preciso congelar para poder levar amanhã à faculdade de veterinária para fazer uma necropsia. o cara da delegacia que deu idéia.

- eles eram bonitos. morreram de quê?

- o vizinho deu carne com veneno. o menorzinho já estava morto quando eu cheguei. o maior eu tive que enforcar com um pano para morrer mais depressa.

- ah, não. dois sacos de gelo dão tranqüilo.

- você tem um saco de lixo grande para eu poder colocar o gelo com os gatos? eu tenho que devolver a caixa para a vizinha.

- ô fulano, você sabe se tem um saco de lixo grande no depósito? (...) é. nesse saco cabem os dois.

- pode deixar que eu coloco no porta-malas. então, boa noite. (...) ai! eu quase esqueço de pagar. quanto é mesmo?

- sete reais.

- aqui. trocadinho. boa noite.

- boa noite.

25.9.07

Debulhar o milho


notou que eu posto por aqui coisas que tenho feito na facu? então vai mais uma crônica:


Moro em um apartamento alugado. Isso não quer dizer que eu não tenha casa própria. Tenho uma casa, mas não moro nela. Quero dizer, a casa não é propriamente minha. Ainda. Ela faz parte do inventário de meu pai que faleceu no ano passado e de quem sou herdeira. Temos também, minha mãe, minha irmã e eu, um lote que fez parte do inventário do meu avô, pai de meu pai, e que hoje faz parte do inventário do falecido marido de minha mãe, meu pai.

Neste lote, não há muro, pois usamos o dinheiro do muro para fazer o inventário do meu pai, não do meu avô, pai de meu pai. O pai da minha mãe, meu outro avô, já morreu também, teve seu inventário feito, mas não tem nada a ver com essa história. Pois é. Estávamos em nosso apartamento que é alugado, aqui em Goiânia, quando o telefone tocou e trouxe a notícia de que um sem-teto havia invadido nosso lote que fica em Bela Vista de Goiás. Minha mãe ficou irada no sentido denotativo da palavra. Ela é advogada e sabe o quanto é difícil despejar alguém que se aboletou em propriedade alheia. Alguns dias depois, um pouco mais calma, mas ainda bufando de raiva, minha mãe zarpou para Bela Vista e só freou o carro quando chegou ao lote em questão.

Munida de dois gajos co-sangüíneos, meus primos, minha mãe entrou no lote pronta para comer o fígado, metaforicamente falando, do facínora invasor de lote dos outros. Em sua mente, mamãe me contou mais tarde, pupulavam bandeiras vermelhas, foices e facões, em suma, uma horda de sem-terra que estariam menos preocupados com a posse da propriedade em si do que com ações políticas de esquerda.


Pobre progenitora minha! Ao ver as roupinhas do miserável e a pequenina plantação de milho quase pronta para colher, minha mãe debulhou-se em lágrimas. Mas não teve jeito. A parentaiada juntou as trouxas do pobre coitado, acabou com a pequena plantação e passou o problema adiante. Fazer o quê? Não é para resolver esses inconvenientes que pagamos um absurdo em impostos? Ouvi dizer que o cheque-moradia do governo do Estado de Goiás serve para isso. Ou estou enganada?

22.9.07


olha só o pepino que eu arrumei:


resolvi fazer um blog para falar dos problemas da minha faculdade, convidei outros alunos a escrever e ainda mandei um email para que os professores pudessem ler a bobagem que escrevi.

12.9.07

A passos de bêbado

mais um artigo que eu escrevi para a facu:

Recentemente, tanto a imprensa nacional quanto a local inseriram um novo termo em nosso vocabulário de botequim. Se, antes, o brasileiro comum saía para encher a cara, hoje, ele sai para beber em “binge”. Esta nova moda lexical começou depois que a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) divulgou os dados de uma pesquisa feita com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que relata como o brasileiro afoga suas mágoas.

O termo vem do inglês “binge drinking” que, traduzido literalmente, significa bebedeira de forra. Segundo o International Center for Alcohol Policies (ICAP), existem várias formas de se conceituar a expressão, sendo que a mais aceita diz que “um dos princípios mais comumente usados pontua que o ‘binge drinking’ refere-se a cinco ou mais doses para homens e quatro ou mais para mulheres consumidas em uma ocasião”. Pela primeira vez, um estudo nacional identifica e classifica esse tipo de consumo no país e promete elaboração de políticas públicas que combatam os problemas causados pelo mau uso do querido chopinho do fim de semana.

A pesquisa também apontou, nas palavras do relatório da Senad, que “o consumo de álcool é mais freqüentemente associado com problemas do que se poderia pensar numa análise superficial do fenômeno”. Em outras palavras, o que todo mundo já sabe: quanto mais cachaça na cabeça, maior o número de brigas no bar, acidentes nas ruas e pancadaria em casa. Isso sem mencionar a ressaca física e moral do pobre beberrão no dia seguinte.

Ao ler a descrição e a proporção dos problemas mais citados pelos, perdão pelo pleonasmo, bebedores problemáticos; pude ver como o álcool pode corroer de dentro para fora o ser humano e ainda contaminar gradativamente seus círculos sociais. Os problemas físicos aparecem como os mais citados, seguidos pelos problemas familiares. Dentre esses últimos, as discussões com companheiros irritados com a bebedeira foram mais freqüentes. Segundo a pesquisa, também é mais fácil um ébrio brigar com algum parente próximo do que com outro alguém fora da família.

O que parece não fazer parte do senso comum é a idéia que o núcleo familiar de uma pessoa com problemas com álcool é tão disfuncional quanto ela. O médico/apresentador global Dráuzio Varella escreve em seu site porque existem instituições que oferecem apoio aos familiares dos alcoólicos. Segundo ele, “a família se torna co-dependente do álcool e precisa tratar da neurose que adquiriu na convivência com a pessoa que bebe”. Essa afirmação é surpreendente inclusive para aqueles que procuram grupos de apoio aos familiares na esperança de convencer o ente a deixar de beber.

Na Federação Brasileira de Amor-Exigente (Febrae) e na Al-Anon, uma associação paralela e independente dos Alcoólicos Anônimos (AA), os co-dependentes aprendem que os familiares tornam o vício possível ao proteger os alcoólicos das conseqüências de seus atos. Essas ongs também mostram caminhos mais felizes para as pessoas que vivem ao lado de quem bebe independente do que acontece com elas Os familiares aprendem, nessas instituições, a eliminar a culpa que sentem em relação ao vício, mudar a relação com o bebedor problemático e, não raro, fazer com que o dependente aceite ajuda.

Fazer um levantamento sobre os padrões de consumo de álcool foi um primeiro passo para encarar as disfunções psico-sociais geradas pelo consumo abusivo do chopinho de fim de semana. Estabelecer um decreto que institui a Política Nacional sobre o Álcool – assinado pelo presidente Lula em maio deste ano - e criar um sistema público de medidas que reduzam o uso indevido de álcool é um segundo passo. O passo seguinte seria divulgar os efeitos negativos da co-dependência da família de quem bebe. Três passos do Estado em direção à solução do problema. Se seguirmos o modelo do AA, este é um bom começo de uma longa caminhada de 12 passos.

9.9.07

o professor pediu para eu escrever um artigo e eu fiz isso:


Mind the gap*

Recentemente, tive a oportunidade de passar duas semanas em Londres. Como uma turista típica, visitei os lugares mais freqüentados pelos não nativos e ainda pude observar um pouco da vida dos londrinos menos afortunados e dos imigrantes, pois me hospedei em um bairro relativamente pobre e distante da agitação artificial do centro. Hoje, quando me perguntam o que mais gostei naquela cidade, respondo sem hesitar que adorei o sistema de transporte coletivo de Londres.

Se me perdesse na cidade, bastava procurar um buraco do metrô para me enfiar nele e sair onde eu quisesse. Se os mapas afixados na entrada das estações não me informassem por onde ir, bastava procurar um funcionário, sempre solícito, para me orientar. É claro que falar um pouco de inglês também me ajudou nessas horas difíceis.

Locomover-me pela superfície não foi tão rápido quanto ir pelo subterrâneo, mas foi muito mais charmoso. Viajar no segundo andar dos famosos ônibus de dois pisos foi um clichê bastante prático. Além disso, nada de correria para descer no ponto desejado. Ao contrário dos ônibus de Goiânia, o motorista, tão mal humorado quanto os daqui, sempre espera o último passageiro descer para fechar a porta do “busu” em Londres.

Outro ponto positivo para a eficácia do transporte público é a obsessão dos londrinos pela ordem. Nenhum cidadão entra no vagão até que o último passageiro tenha descido. No metrô francês, a coisa não funciona tão bem assim. Depois que grande parte dos usuários desceram, uns outros começam a subir ainda dando passagem aos que ficaram para trás. Já no Terminal das Bandeiras do setor Novo Horizonte, saber um pouco de lutas marciais é útil para enfrentar a turba que entra alucinada no ônibus enquanto um pobre coitado retardatário tenta sair.

O “Underground” (metrô), o “Bus” (ônibus) e o “National Rail Services” (serviço nacional de trens) são motivos de orgulho para Londres. Isto fica bem claro ao freqüentar as lojas de lembrancinhas do Picadilly Circus. O símbolo do sistema de transporte – um círculo cortado por um retângulo – figura em camisetas, bolsas e broches com a inscrição “mind the gap”: a frase mais escutada pelos auto-falantes dos vagões do metrô. Isto, em bom português quer dizer “cuidado com o vão”.

Um sistema de transporte bem planejado, aliado a informações claras e a uma prática de conservação e uma política de ampliação constante me faz sentir saudades do ar abafado e sujo do “underground” londrino.

* Cuidado com o vão



o professor leu e disse que minha crônica ficou ótima.

10.5.07

eu: é um absurdo! um cd da fiona apple na saraiva custa mais de noventa reais.
ele: mas é assim mesmo: os produtos da machintosh sempre foram mais caros.

extraordinary machine

7.5.07

Saudades

este foi meu primeiro aniversário sem meu pai. além da crisa da meia idade - fiz 30 aninhos; uma melancolia me abateu um pouco. ele não era muito bom em dar presentes, mas a morte redime todos os pecados e apaga todos os defeitos.
um abraço apenas já estaria de bom tamanho.

2.5.07

A mulher de 30 anos

não me pergunte porquê, mas, navegando pela net, me deparei com alguns sítios de conteúdo erótico. você sabe sobre o que falo: esses lugares totalmente inapropriados para menores de 18 anos (e alguns maiores de 18 mais pudicos), que mostram, entre outras coisas, sapatos tão ma-ra-vi-lho-sos quanto ca-rís-si-mos.

já escolhi o meu:
lembre-se, meu aniversário é amahã e, talvez, se você me der um presente (QUE ME AGRADE) pode ser que eu lhe convide para um churrasquinho xexelento que pode acontecer ou não neste fim de semana.

lista de presentes